Meu irmão Tudo, tudo começou lá no morro Dona Marta E a chapa tava quente Com os homens na parada o foguetório tomou conta Então se liga minha gente Os "mano" do movimento "preparado" pra batalha Armados até os dentes Tinha fuzil, pistola, escopetas e granadas E até lança-foguetes Foi o dia em que sobrou pra mim O destino bateu em minha porta Era vermelho cor de sangue sim Tomou meu corpo Me fez escravo e cego da razão A covardia de um homem Tirou a vida do meu irmão Era o seu primeiro dia envolvido com a Batalha E também o último aqui com a Gente Só queria um sorriso da filha tão amada Isso marcou na minha mente Tudo por causa de um iogurte que a filha adorava De um real e setenta cents Ele bem que tentava engraxar alguns sapatos Mas não era suficiente Foi o dia em que sobrou pra mim O destino bateu em minha porta Era vermelho cor de sangue sim Tomou meu corpo Me fez escravo e cego da razão A covardia de um homem Tirou a vida do meu irmão Tudo, tudo começou lá no morro Dona Marta E a chapa tava quente Com os homens na parada o foguetório tomou conta Então se liga minha gente Os "mano" do movimento "preparado" pra batalha Armados até os dentes Tinha fuzil, pistola, escopetas e granadas E até lança-foguetes Foi o dia em que sobrou pra mim O destino bateu em minha porta Era vermelho cor de sangue sim Tomou meu corpo Me fez escravo e cego da razão A covardia de um homem Tirou a vida do meu irmão Foi o dia em que sobrou pra mim O destino bateu em minha porta Era vermelho cor de sangue sim Tomou meu corpo Me fez escravo e cego da razão A covardia de um homem Tirou a vida do meu irmão